A cidade de Guarujá, no litoral de São Paulo, inicia nesta segunda-feira (25), uma campanha com testes rápidos para detectar hepatite C.
A ação é gratuita e será realizada até a próxima sexta-feira (29) nas Unidades de Saúde da Famílias (Usafas) e em outros pontos da cidade. Além dos testes, a secretaria de Saúde também fará palestras com orientações sobre o tema nas unidades básicas de saúde.
Já o Centro de Testagem, Aconselhamento, Prevenção e Treinamento (CTAPT) disponibilizará um teste rápido no Poupatempo de Guarujá, que fica dentro do Parque Itapema Shopping, na Avenida Castelo Branco, 357, no Jardim Cunhambebe. Os testes serão aplicados das 10h às 15h.
Fonte: G1
Testes de Hepatite C e Aids vão ser feitos, de graça, nesta quinta (28), na Praça do Papa, para a população de Vitória. A ação faz parte da campanha ‘Dia Feliz da Saúde’ e celebra o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais.
A campanha orienta sobre a transmissão, sintomas e cuidados. Os organizadores vão encaminhar os casos confirmados de HCV aos serviços de saúde responsáveis pelo município. O diagnóstico fica pronto em minutos.
Nos portadores do vírus da Aids, a testagem deve confirmar a coinfecção HIV/HCV, uma vez que os meios para contaminação da Hepatite C são os mesmos que os do HIV.
Neste público, o HCV evolui com mais intensidade e agilidade.
Ao todo, cerca de 1.200 pessoas podem fazer os testes para ambas as doenças.
Segundo o presidente da Associação Pró-Vidas Transplantes, Adauto Vieira de Almeida, o sucesso da campanha depende participação da comunidade local.
“Quanto mais testagens realizarmos, mais diagnósticos e orientação para o tratamento iremos possibilitar. A detecção precoce é a chave para reduzirmos a quantidade de casos fatais de Hepatite C”, afirma o responsável pela ONG.
As testagens são indicadas principalmente pessoas com uma ou mais das seguintes características:
– Mais de 40 anos;
– Múltiplos parceiros;
– Ter feito cirurgias com transfusão de sangue antes de 1993;
– Manicures;
– Tatuados;
– com piercing.
Contaminação no Brasil
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia, o Brasil possui cerca de 2 milhões de pessoas com Hepatite C. Já entre a população brasileira com vírus da Aids, cerca de 11% apresentam resultado positivo para coinfecção HIV-HCV, segundo o Ministério da Saúde.
Por falta de diagnóstico precoce esses grupos acabam por desenvolver doenças graves, como fibrose e cirrose hepática ou o câncer de fígado.
Serviço
Campanha Dia Feliz da Saúde
Data: 28 de julho
Horário: 8h às 13h
Local: Praça do Papa. Av. Nossa Senhora dos Navegantes, Praia do Suá – Vitória (ES).
Fonte: G1
Genebra – A hepatite viral causa a cada ano 1,45 milhão de mortes, por isso a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu nesta quarta-feira que todos os países atuem contra a doença reforçando a pesquisa e o acesso ao diagnóstico e aos tratamentos.
Por conta do Dia Mundial sobre a Hepatite, comemorado em 28 de julho, a OMS quis fazer uma chamada para que a doença, que causa mais mortes por ano do que a Aids, a tuberculose e a malária, deixe de ser ignorada.
“Seguindo nossa estratégia, acreditamos que se melhorasse a prevenção e os tratamentos, evitaríamos cerca de sete milhões de mortes para 2030”, disse em entrevista coletiva o diretor do programa da OMS contra a hepatite, Stefan Wiktor.
A hepatite é a inflamação do fígado, provocada na maioria dos casos por uma infecção causada por cinco vírus principais: A, B, C, D, E.
Enquanto A e E são contraídas pela ingestão de água ou comida contaminada, a B, C e D são contraídas através de fluidos corporais, do sangue (compartilhando seringa, por exemplo) ou por via sexual.
Suas variantes mais perigosas são B e C, que atingem cerca de 400 milhões de pessoas no mundo, das quais entre 20% e 30% terminam por desenvolver cirrose ou câncer de fígado.
Enquanto o tipo B pode ser evitado com uma vacina (só existe vacina para A e B), não existe imunização para a hepatite C.
No entanto, a C se pode ser curada totalmente com remédios, enquanto para a B o tratamento é para a vida, já que a infecção é eliminada, mas o vírus se mantém no corpo.
Segundo a OMS, a hepatite não recebe toda a atenção que requer para sua erradicação devido à dificuldade de explicar a mortalidade associada à doença, principalmente pela variedade de tipos que existem.
Além disso, as vias de contágio são diferentes em cada caso e as mortes normalmente ocorrem décadas após contrair a infecção.
Além disso, em muitas ocasiões, quando a pessoa falece por cirrose ou câncer de fígado, nem sempre é estabelecida uma relação com a hepatite.
Para Wiktor, o problema radica também porque trata-se de uma doença “silenciosa”.
“As infecções na maioria dos casos são assintomáticas. Com os tipos B e C, quando se vai ao médico por dores, anos ou décadas depois, já se desenvolveu uma cirrose ou um câncer. Nesse momento é quando muita gente é diagnosticada”, explicou o especialista.
“Isto mostra a falta de conscientização e de oportunidades para fazer um exame. O diagnóstico é simples, só é necessária uma amostra de sangue”, acrescentou.
Neste sentido, Wiktor ressaltou não só a importância de se concentrar nos tratamentos, mas também nas campanhas de prevenção e sensibilização, ao assegurar práticas seguras nos centros sanitários e fomentar a vacinação.
A Assembleia Mundial da Saúde aprovou em maio pela primeira vez uma estratégia para tratar até 2020 8 milhões de pessoas com hepatite B ou C.
Para 2030, a organização fixou como objetivo reduzir as novas infecções da doença em 90% e as mortes ligadas à mesma em 65%.
Atualmente e graças à inclusão dos fármacos contra os tipos A e B nas cartilhas de vacinação, 82% das crianças no mundo estão imunizadas contra ambos tipos da doença.
Fonte: Exame.com
Ontem foi aberto o 19º Simpósio Hepatologia do Milênio, um encontro entre profissionais da área que ocorre em Salvador (BA) para discutir as maiores novidades da ciência sobre problemas no fígado e o destaque ficou por conta do câncer. Coordenador do evento, o hepatologista Raymundo Paraná comenta: “Existem atualmente no mundo 500 milhões de pessoas com hepatite B e 170 milhões com hepatite C. Além disso, boa parte da população está acima do peso ideal, enquanto 15% se tornou diabética. Esses são fatores que contribuem para o surgimento de tumores de fígado”.
Vamos, então, focar em como se prevenir dessas encrencas:
Hepatite B
O vírus que a provoca é transmitido via sexual — outro motivo para usar camisinha. E há uma vacina contra a enfermidade. Se não sabe se a tomou, converse com um médico sobre a necessidade disso.
Hepatite C
Diferentemente de sua prima, não tem vacina e raramente invade o organismo durante o sexo. Sua maior via de transmissão é por sangue contaminado — materiais cortantes não esterilizados e compartilhamento de seringas são o maior foco de preocupação dos especialistas. Mas já há medicamentos mais eficazes contra essa doença do que antes.
Diabete
Você já deve estar cansado de saber que, para evitar a subida da glicemia, o jeito é manter um bom peso, não exagerar no açúcar ou em alimentos lotados dessa substância e fazer exercício físico. Ou seja, a regra é ter um estilo de vida equilibrado.
Obesidade
Não muda muito em relação ao item anterior. Vale a pena se pesar ou medir a circunferência da cintura de tempos em tempos para manter um melhor controle da forma física.
Fonte: M de Mulher
Atenção, Salvador!
O Bem Estar Global desembarca ai no dia 15 de julho!
O evento acontecerá na Arena da Boca do Rio.
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No Brasil, milhares de pessoas são portadoras das Hepatites B ou C e não sabem. Com objetivo de ajudar na prevenção e diagnóstico, o Rotary Clube Vitória Régia realizará no dia 6 de agosto, no Boulevard Shopping Nações e no Bauru Shopping, das 11h às 19h, testagem rápida contra hepatite. Ao todo, 1 mil testes devem ser realizados.
A ação encerrará a Semana de Conscientização e Prevenção à Hepatite, que terá início em 28 de julho. A iniciativa ocorre em consonância com Rotarys de todo o mundo que aderiram à Campanha Hepatite Zero, promovida no País pela Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH).
“Algumas atitudes simples podem ser suficientes para contaminar. Um alicate de unha não esterilizado de forma correta é exemplo”, comenta Dayse Fonseca, presidente do Rotary Vitória Régia.
A iniciativa é organizada pela comissão do projeto Hepatite Zero do Rotary Vitória Régia, formada por Mirtes Sidinani e Maria Auxiliadora Pimentel e conta com a colaboração de José Lopes Junior.
Foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 6, uma portaria que inclui na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para detectar a infecção pelo vírus da hepatite. O procedimento será para ampliar o acesso aos diagnósticos das infecções causadas pela hepatite B.
Para a realização do teste é necessária apenas uma gota de sangue. Todos aqueles que passam pelo exame recebem aconselhamento antes e depois da testagem, do mesmo modo como no diagnóstico da infecção pelo HIV.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia, as hepatites são situações em que o fígado se encontra inflamado. Se forem crônicas, as hepatites podem levar o fígado a sofrimento, e a resposta a esse sofrimento é a produção de tecido cicatricial (fibrose) dentro do órgão. A fibrose pode evoluir para uma cirrose hepática, no futuro, com a continuada agressão ao fígado.
Hepatite A
Sendo uma doença viral aguda de transmissão fecal-oral, a hepatite A pode ser transmitida por contato entre indivíduos, pela água ou por alimentos contaminados, por mãos mal lavadas ou sujas de fezes e por objetos que estejam contaminados pelo vírus. Geralmente, a infecção é benigna em crianças e mais grave em adultos, mas podem ocorrer formas fulminantes da doença, levando o indivíduo a óbito.
Hepatite B
Esta doença é sexualmente transmissível, mas também pode ocorrer por meio do compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, colocação de piercing, procedimentos de tatuagem e manicure/pedicure com materiais não esterilizados, compartilhamento de utensílios e objetos de higiene contaminados com sangue, como escovas de dente, lâminas de barbear ou de depilar, entre outros procedimentos.
A transmissão vertical − de mãe para filho − do vírus da hepatite B pode ocorrer durante o parto, pela exposição do recém-nascido ao sangue.
Hepatite C
Ela é causada pelo vírus VHC transmitido principalmente por sangue contaminado. A infecção pode também ser transmitida pelo contato sexual e por via perinatal (da mãe para filho), assim como a hepatite B. A evolulão da enfermidade constuma ser lenta e o diagnóstico tardio.
Fonte: REVIDE
É um dano ao fígado causado por substâncias químicas.
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Acredita-se hoje que o diabetes mellitus ou diabetes tipo 2 seja um processo que evolui ao longo dos anos, iniciando-se por uma mudança na liberação e atuação da insulina nos tecidos periféricos, chamada resistência periférica à insulina (RPI).
A insulina é o hormônio que regula a entrada de açúcar nas células. Essa alteração seria geneticamente herdada de pais para filhos e seu aparecimento e progressão dependerá da interação dessa genética com fatores do meio externo, especialmente o estilo de vida da pessoa que inclui principalmente seus hábitos alimentares, obesidade e grau de sedentarismo, entre outros.